João Paulo de Jesus Lopes diz que atrito entre o técnico e o goleiro não vai interferir no desempenho da equipe na reta final do Campeonato Brasileiro
o jogo (Foto: Ale Cabral/Agência Estado)
- O Adalberto (Baptista, diretor de futebol) se reuniu com o Rogério e com o Ney Franco logo após o jogo, e tudo foi resolvido. Não existe problema nenhum, e agora vamos pensar na partida contra o Sport. Durante o jogo é normal que discussões assim aconteçam. São duas pessoas trabalhando pela mesma coisa, que é o bem da equipe - ressaltou o dirigente.
O desentendimento começou por causa da substituição realizada no segundo tempo da partida. O camisa 1 começou a gesticular para o banco de reservas e pediu insistentemente a entrada de Cícero. Minutos depois, o treinador preferiu chamar Willian José. Irritado, o goleiro fez gestos de reprovação na direção do treinador, que não gostou. Neste momento, Ney Franco interrompeu as instruções que dava a Willian José e pediu que o goleiro ficasse quieto.
Nesta quinta-feira, o elenco se reapresenta na parte da tarde e, antes de os atletas irem a campo, haverá uma reunião com a comissão técnica. Ney Franco já avisou na sua entrevista coletiva pós-jogo que discutirá o assunto com o elenco. O comandante deixou claro que, apesar da importância do camisa 1 dentro da equipe, não tolera questionamentos sobre o seu trabalho.
- Não gostei das duas coisas. Do pedido dele e do jeito que falou. Eu sou o treinador, quem decide sou eu - ressaltou o comandante são-paulino.
João Paulo de Jesus Lopes deixa claro que a discussão não vai interferir no desempenho da equipe na reta final da temporada.
- Episódio encerrado e sem nenhum desdobramento - finalizou o cartola.
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